Destaques da C&AL em 2025 que você pode ter perdido

14 Janeiro 2026
Revista América Latina
3 min de leitura
Da nossa série inaugural sobre narrativas asiáticas na América Latina aos benefícios das práticas com foco em comunidades, estes são alguns dos nossos artigos mais lidos do ano passado.
As histórias asiáticas esquecidas da América Latina
Em resposta ao apagamento histórico, artistas da diáspora asiática na América Latina e no Caribe vêm desenvolvendo na contemporaneidade práticas intensas, fundamentadas em pesquisa, bem como obras complexas e interdisciplinares que investigam a história e a memória.
Andrea Chung: Desmaterialização como Subversão da Mercantilização
Um ensaio sobre o uso da efemeridade pela artista para subverter a mercantilização e seu desenvolvimento de uma prática artística como justiça social.
O entrelaçamento entre migração, povos originários e colonialismo
Através do humor e da materialidade, o artista guatemalteco problematiza a noção de mestiçagem e visibiliza a persistência de corpos e histórias que desobedecem às narrativas oficiais. Suas obras revelam trajetórias migratórias não lineares e conexões intuitivas entre China, América Central e Caribe.
O que está por trás dos movimentos decoloniais no Brasil?
Na última década, o Brasil tem presenciado movimentos decoloniais que atravessam todos os campos da vida social, política e cultural. Neste texto, Will Furtado compartilha suas observações após viver no país em 2023 e apresenta algumas questões que contribuem para essas mudanças históricas.
MASF: um museu de arte que conecta território e comunidades
Transformando uma escadaria pública em um museu de arte ao ar livre, o MASF é mais que uma coleção de artefatos. O museu é a realização de um sonho coletivo de fomentar importantes personalidades engajadas na cena local, e combinar práticas culturais com saberes, poesia e momentos de lazer, onde resistência leva à preservação da cidade.
Irmandade Vilanismo: introduzindo a poesia da periferia na Bienal
Inspirada pela escritora Conceição Evaristo, a instalação do coletivo brasileiro Irmandade Vilanismo cria um pacto simbólico pela vida. O grupo, formado por dez artistas negros e periféricos, ocupa o espaço como um ateliê e um manifesto por dignidade, terra e contra expectativas racistas.
Fotos em order de aparição:
- Detalhe de Echar raíces en el aire (2022), Mimian Hsu. Cortesia da artista.
- Pure (Puro), 2016. Cortesia da artista.
- Esvin Alarcón Lam, Paisajes mentales de bambú (Paisagens mentais de bambu), 2024. Foto de Hazel Kılınç & Deniz Karagül. Cortesia do artista.
- Zumví Arquivo Afro Fotográfico, Protesto da Irmandade do Rosário dos Pretos no Largo do Pelourinho durante as comemorações da Independência da Bahia, dia 2 de julho, 2012. Ampliação digital de fotografia analógica. Cortesia: Zumví Arquivo Afro Fotográfico, Salvador. Foto: Lázaro Roberto
- Exposição As vozes da terra (2023-24). Foto: Diney Araújo
- Vilanismo, Cortejo Negro, 2024. Foto: Rodrigo Zaim
Resenhas

Retrospectiva 2025

Artistas forjam laços ecológicos na fugitividade e quilombagem femininas

Macuxi Jaider Esbell: Uma vida indígena levada pelo extrativismo epistêmico
Resenhas

Paris Noir: Surrealismo, Abstração e Figuração Pan-Africana

Livraria Ireti, Havana, Cuba
